domingo, 9 de agosto de 2020

Amores de Verão



    Quatro olhos, dois corações: uma Lagoa da Conceição nata; O outro, Copacabana naturalizado. Um sorriso, alguma conversa, vários beijos, um par de confissões. Enfim, amantes! Duas semanas depois, foi-se Copacabana de volta a seu calçadão, ficou em Florianópolis uma Lagoa parada. Foi-se Copacabana para fora do país. A paixão se transformou em tristeza; a tristeza, em lamento; o lamento, em lembranças e, as lembranças, em sorrisos de tempos em tempos.


Rose Rabelo 

Autora

sábado, 1 de agosto de 2020

Os Bem Casados


O Casal


    Ana Beatriz e Marcos eram o que se chamava de o casal perfeito. Lindos e ricos. Ela de uma tez bronzeada, olhos verdes brilhantes, cabelos negros e compridos abaixo da cintura, corpo bem desenhado. Ele, por sua vez, moreno claro, olhos vibrantes, braços torneados, caixa torácica sobressaltada. Socialmente amados e de imagem imaculada: não bebiam em excesso, não fumavam, exercitavam-se diariamente, falavam línguas. Eram o brilho dos pais e de seus vários admiradores sociais. E a simpatia? Não havia em toda região quem não gostasse do casal. Quando iniciaram o namoro, todos fizeram muito gosto. Ana Beatriz estava finalizando o curso em direito, não que ela entendesse necessariamente de leis, mas seu pai fazia questão, era bom para sua imagem de empreendedor ter filha advogada. Marcos, já estava em seu último ano de engenharia, com projetos certos na empresa de seu pai.

    O casamento aconteceu depois de um ano de namoro. Foi ao ar livre, na praia, monitorado pelo jornal e com fotos para a coluna “comunidade rica”.  Ela chegou à areia de barco, com vestido esvoaçante, tão branco como seus dentes clareados. Ele, de camisa azulada e calção social, ambos de chinelo, para combinar com as areias.

    A felicidade era geral, não havia casal mais feliz e realizado! Não havia festa mais bem organizada e de causar inveja, a quem se dava ao trabalho do sentimento. Lua de mel? Na Europa, claro! Partiram os dois pombinhos logo depois da cerimônia.


A Amiga


    Vivian era a melhor amiga de Ana Beatriz desde sempre. Estudaram juntas no mesmo colégio particular. A primeira por ser rica, a segunda por ser filha do motorista do pai de Beatriz. Porém, isso não as impedia de tamanha amizade e comprometimento. Vivian tinha algumas dificuldades nos estudos, eis que a gentileza e bondade de Beatriz sempre a auxiliava. É certo que durante os anos de faculdade, Ana também a auxiliaria, não somente a pagar os estudos, como também a conquistar pequenos prazeres, por exemplo, uma viagem a Disney, que era o sonho de Vivian, uma bolsa Prada de presente de aniversário, um anel de ouro sem motivo algum. Mas para quem é nascida de berço, o que é um pequeno presente de ouro em pagamento de tamanha amizade e lealdade?

    Vivian a tratava como a melhor pessoa que já conhecera, e é bem provável, que tenha sido a melhor mesmo. Sempre a estender-lhe tapete vermelho, elogios, conselhos amorosos. Quando Ana conheceu Marcos, Vivian foi a primeira a saber e também, a primeira a conhecê-lo.

— Sim, amiga! Ele é a sua cara, esse sim vale a pena investir.

— Ora essa, investir! Vivian, você tem cada uma... Homem não é bolsa de valores não! Eu amo ele.

— Pode ser amiga, pode ser — dizia Vivian com um sorriso maroto no rosto. 

    No dia do casamento, Vivian estava na primeira fila, junto à família de Ana Beatriz e Marcos. Foi a primeira a abraçá-los e desejar boa-viagem e felicidades. Boa e fiel amiga!


A volta da lua de mel 


    Após trinta dias, estavam de volta ao Brasil mais lindos e bronzeados do que nunca. Vivian, assim como a família de ambos, foi aguardá-los no aeroporto e, obviamente, foi a primeira a cumprimentá-los. 

— Meu Deus, amiga! Quase morri de tantas saudades de vocês. Olhe, não me façam mais isso, hein?! — disse Vivian.

    Ao que os dois, responderam:

— Na próxima levamos você.

— Olha que cobrarei, heim? — responde Vivian.

    Seguiram todos ao restaurante mais caro da cidade, restaurante japonês, o preferido de Vivian, para jantar.

    Nas semanas seguintes, os encontros entre Vivian e o casal eram rotineiros. Três ou quatro vezes na semana para almoços em restaurantes caros, cinemas, teatros, tudo escolhido pela melhor amiga de Beatriz, e pago pelo casal. Tudo regado de boa conversa, risada e profunda amizade. Vivian morava no subúrbio, apartamento pequeno e nada acolhedor, que a amiga ajudava a pagar quando o sufoco de um desemprego, algo bem comum na vida de Vivian, ou qualquer outra intempérie acontecia na vida da pobre. 

Marcos percebia e, algumas vezes, tentou questionar Beatriz sobre essa relação. Em algumas conversas, deu a entender à amada o quando Vivian “abusava” de sua bondade. Mas percebendo a tristeza da esposa ao falar da amiga, resolveu não tocar mais no assunto, afinal de contas, o que é o dinheiro perto de uma amizade profunda de tantos anos? E, aos poucos, ele mesmo se viu simpatizado por Vivian. Moça dedicada, inteligente e alegre, valia a pena tê-la por perto.


A loucura


    Dois anos e meio de casados. Havia sete meses que Marcos vinha apresentando alguns hábitos que começavam a assustar Beatriz: passava noites em claro, não trabalhava direito, não comia, o corpo atlético perdia massa e cor. Não achava mais graça nos passeios, tampouco, nas conversas em trio. Aos poucos, a conexão entre eles estava se perdendo. A esposa, profundamente preocupada, tentava conversar com o amado de todas as formas, porém só conseguia um balbuciar:

— Estou só cansado, querida, só cansado. — Virava o rosto tristemente.

    A amiga e confidente tentou ajudá-la de todas as formas. Procuraram juntas psicólogo, psiquiatra, macumbeiro, reikiano e nada, absolutamente, nada.

    Cansada e desesperada, Ana Beatriz desabafou:

— Vivian, desisto! Não consigo mais lidar com toda essa dor do Marcos. Eu não entendo, não sei como agir.

— Não se entristeça, minha amiga. Deve ser algo do trabalho, já conversou com o pessoal lá? Quem sabe eles te darão alguma pista.

— Que boa ideia, amiga! Irei amanhã mesmo. — respondeu Beatriz.

— Vem, vamos jantar só nós duas. Deixe Marcos descansar. Você precisa se animar um pouco, dois doentes em casa não há quem se salve, não é mesmo? Hoje eu pago.

— Ora essa, dona Vivian, tá podendo assim, é? Esse seu trabalho novo está te rendendo, hein?! Em menos de um ano, carro e apartamento novo. Você é tão batalhadora… Fico tão feliz por você, amiga!

— Pois é! Tanto investimento na minha carreira e agora tudo dando certo. Mas pelo amor de Deus, chega de falar de mim, vamos falar de você … Como se sente? — e continuaram a falar de Marcos e suas tristezas durante todo o jantar.

    Ao voltar para casa, Beatriz entra no quarto e se depara com o corpo de Marcos pendurado no lustre de cristal, valiosíssimo, no meio do quarto. A amiga que a acompanhava, abraçou-a. Com gesto demasiado teatral, disse:

— Pobrezinho do Marcos, a loucura tomou conta de sua alma!

A Pedra


    Vivian tomou conta de todos os detalhes para a amiga. Ligou para os parentes, chamou a polícia, ajustou os detalhes do enterro e todas as questões necessárias. Depois de tudo, ajudou a amiga a tomar banho e se vestir. Dormiu na casa dela e acompanhou-a no enterro no dia seguinte. Depois de uma semana na casa de Ana Beatriz estendendo seu profundo apoio e amor, precisou ir no seu apartamento.

 — Preciso regar as plantas. Daqui há alguns dias eu volto, fique tranquila.

    Pegou seu carro importado e parou em frente a um “pub”, o mais badalado na cidade. Chegando lá, Vivian se preencheu com tudo que ela mais gostava: bebida, música alta e homens. Dali, partiu para um motel acompanhada de dois rapagões, jovens, bonitos e atléticos, como ela gostava. Fartou-se como pode. No dia seguinte, retornou para sua cobertura de enorme piscina e com vista para o mar, sem nenhuma planta. Tomou banho, apertou o botão da cafeteira importada e tirou uma xícara de café expresso puro. Sentou-se na varanda de vidro e mirou o mar. Abriu um bilhete escrito, à mão, por Marcos há mais ou menos um ano atrás. 


“Vivian, não conte nada a Ana ela jamais suportará. O que você quer para que nossa noite fique apenas entre nós? Carro? Casa? Dinheiro? Te darei tudo, tudo. Só te peço, não espalhe essa história, minha família e nossos conhecidos jamais entenderiam. Apague o vídeo, por favor! Eu te dou tudo, tudo que quiseres! Por favor”


— Marcos, Marcos… Menos uma pedra no meu sapato! Poderia ser tudo tão diferente, se você não fosse tão paspalho! Consumido pela culpa, aff! paspalho.

    Rasgou o pedacinho de papel que guardava havia tantos meses. Pegou o telefone, abriu um  vídeo, assistiu novamente, se deliciou com as cenas pela última vez e deletou. Abriu outro vídeo, mais recente, assistiu, gargalhou, encaminhou para Ana Beatriz. Dali a quinze minutos, recebeu uma mensagem.

— Vivian, o que você quer para que nossa noite fique entre nós? Minha família, meus amigos ...


Rose Rabelo

Autora

O Monstro Interno



  





    Andava a passos vagos na rua escura. O chão era de paralelepípedo; a noite solitária e fria, o vazio interno era tão grande que o ar gelado não me afetava.
    Estava só, completamente só, não avistava uma única alma por todo o caminho, apenas os passos de meus próprios pés sussurravam em meus ouvidos.
    Eis que mais dois passos surgiram por detrás de mim.
    — Quem seria? O que queria? — falei baixinho.
    Por entre as vidraças das casas avistei um sujeito alto, esguio, vestimenta negra e um capuz da mesma cor,cobrindo por completo seu rosto, se é que tinha rosto.
    Resolvi verificar se estava me seguindo mesmo, então diminui os passos, o sujeito os dele, aumentei os passos, o pretume os dele. Foi quando num solavanco gritei:
    — O que queres afinal coisa horrenda?
    A criatura, como fumaça, sumiu por entre o frio e a neblina.

 .... Novamente sou eu e apenas os meus passos na calçada escura e fria!

Rose Rabelo
Autora


segunda-feira, 25 de maio de 2020

O Bruxo do Cosme Velho


Machado de Assis, O Bruxo do Cosme Velho galgou em passos constantes e determinado para o brilhantismo. Machado, não nasceu gênio ele se fez gênio! Com a determinação de poucos ele estudou e praticou a escrita e a estética exaustivamente. Machado é exemplo de luta, trabalho com seriedade, determinação e principalmente foco no que queria e amava!

domingo, 24 de maio de 2020

Um Sebo para chamar de meu!



    Eu adoro um Sebo e  sinto falta de entrar em um, impedimentos da COVID, e passar algumas horas no meio dos livros. Ao sair, sempre levava alguns  para casa; Mas eu gostava mesmo era de passar um tempo em meio as prateleiras , caminhar entre elas, tocar as obras, abrir e folhear as páginas. Algumas envelhecidas, amareladas, com sublinhados e pequenas anotações.
    Eu ficava ali, absorta, imaginando por quantas casas e mãos aquele livro havia viajado ... Já pararam para pensar quantas histórias teríamos se em cada virar de página soubéssemos algo sobre o leitor daquele livro?

Rose Rabelo
Autora

quinta-feira, 13 de março de 2014

Eu Posso ...



Posso ser música
Posso ser vento
Posso ser pra você
Posso ser de ninguém
Posso ser assédio
Nunca tédio!
Sou intensa
Sou verdadeira
Sou instável
Sou alegre
Fico triste
Sou incansável
Estou aqui
Estou aí
Talvez, Quando você resolver decidir, pode ser que eu não esteja mais!
Quem se mostra é encontrado ...
... E se encontra
Mesmo que se perca de vez em quando!


Rose Rabelo
Autora

terça-feira, 11 de março de 2014

Saudades ...

Oi Gentes,

Hoje me bateu uma saudades dos meus autores preferidos ... aqueles que deixei um pouco de lado por conta da agitação do dia-a-dia, pois então, vai lá um q. amo e sempre me faz chorar!

THEME FOR ENGLISH B

By Langston Hughes

The instructor said,
Go home and write
a page tonight.
And let that page come out of you---
Then, it will be true.
I wonder if it's that simple? 
I am twenty-two, colored, born in Winston-Salem. 
I went to school there, then Durham, then here 
to this college on the hill above Harlem. 
I am the only colored student in my class. 
The steps from the hill lead down into Harlem 
through a park, then I cross St. Nicholas, 
Eighth Avenue, Seventh, and I come to the Y, 
the Harlem Branch Y, where I take the elevator 
up to my room, sit down, and write this page:
It's not easy to know what is true for you or me
at twenty-two, my age. But I guess I'm what
I feel and see and hear, Harlem, I hear you:
hear you, hear me---we two---you, me, talk on this page.
(I hear New York too.) Me---who?
Well, I like to eat, sleep, drink, and be in love.
I like to work, read, learn, and understand life.
I like a pipe for a Christmas present,
or records---Bessie, bop, or Bach.
I guess being colored doesn't make me NOT like
the same things other folks like who are other races.
So will my page be colored that I write?
Being me, it will not be white.
But it will be
a part of you, instructor.
You are white---
yet a part of me, as I am a part of you.
That's American.
Sometimes perhaps you don't want to be a part of me.
Nor do I often want to be a part of you.
But we are, that's true!
As I learn from you,
I guess you learn from me---
although you're older---and white---
and somewhat more free.
This is my page for English B.
1951

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Machado ... Sabe tudo!






"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos.
Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo... Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."

"A Gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz."

Machado de Assis
Imagem: Google


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Em busca da Prosperidade!



Olá Pessoas,

Com o término do ano começamos a pensar e repensar em tudo que nos aconteceu durante o ano que passou. E o que houve com vc? Conseguiu realizar o que tinha planejado? Encontrou alguém especial? Descobriu qual área gostaria de trabalhar? Conseguiu desenvolver sua espiritualidade? Sim? Não? Bom, se sim, ótimo, continue ajustando suas metas para o próximo ano. Se não prepare-se para tentar novamente no próximo ano, e para isso necessitamos não só de fé, vontade, pensamento positivo, mas acima de tudo atitude! E como limpar sua mente do que não presta para dar "espaço" a prosperidade? Segue  algumas ideias, absorvam apenas as que fizerem sentido para vocês ;) :

- Limpe as gavetas, livre-se das coisas que você não está utilizando, abra espaço para as coisas "novas" entrem;
- Envolva-se em novos projetos, aprenda coisas diferentes, se dê o direito de descobrir coisas novas;
- Descubra o que você gosta de fazer;
- Procure, desenvolva, pense de que forma poderá ganhar dinheiro com que você gosta;
- Mude, troque de ideia; deixe-se tomar por novas opiniões, agregue ao que faz bem e sentido a você ... Jogue fora o que não faz!;
- Cuide-se fisicamente e espiritualmente;
- Ame-se!
- Trabalhe ... Mas tire um tempo livre para você;
- Mantenha sua casa limpa e perfumada, cultive a beleza e ela virá para você!;
- Utilize seu dinheiro, invente, crie projetos ... não corra o risco de deixar-lo guardado, obsoleto;
-  Pensar que o dinheiro é sujo bloqueia seu pensamento para a prosperidade ... Aprenda a observar o dinheiro como algo positivo, como uma força imensa e inovadora. Ame-o e seja grato ao dinheiro que você conquista e a imensa energia positiva que ele pode gerar!

É isso gentes, vamos aproveitar o final de ano e nos livrar do que nos impede de evoluir?

Bjo a todos!

Rose Rabelo
Imagem: Google

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cravo e Canela



Talvez eu seja aquele código difícil de esquematizar;

Aquela palavra que nunca cabe na regra;

Aquela regra que precisa de uma exceção ...

Aquela do pensamento livre;

Do sentimento solto ...

Que se formou em literatura e acha Garrett um chato;

Que prefere correr e rolar com o cachorro do que me envolver com gente oca;

Aquela que AMA Deus e tem aversão a religião;

Aquela que entendeu que Deus também tem o direito de ser LIVRE;

Aquela que preferiu aceitar a si e decidiu ser feliz;

Aquela que gosta da companhia das flores do jardim do que conversar com algumas pessoas;

Aquela que cansou de escutar a sociedade reprimir o sexo, só para torná-lo sujo e banalizado;

Aquela que ficou farta de pessoas, que na falta do que fazer, perseguem o outro;

Aquela que cansou de gente tira da solidão, mas não faz companhia;

Aquela que experimenta sorvete de uva e corre para o espelho ver se ficou com a língua roxa;

Aquela que se da o direito de gosta de Gonzaguinha, Beirute, Beyoncé e Cazuza.

Aquela ... Que sou Eu;

Que gosta de ser assim ...

Alma de Gabriela misturada com Clara de Assis!

E quem poderá me julgar?

Rose Rabelo 
Autora

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A força do Reiki, O poder das mãos ...

Queridos leitores,

  Hoje venho com muita e muita alegria compartilhar mais uma conquista! Terminei meu curso de Reiki e já estou atuando nesta área. É inexplicável a sensação de trabalhar com esta terapia ... e para quem não conhece a técnica, sito alguns dos benefícios trabalhados:

Em pessoas

* Equilíbrio energético;
*Pode ser combinado com tratamentos convencionais, algumas vezes diminui dores provenientes de doenças físicas;
* Reestabelece a harmonia e o bem estar;
*Acalma os mais ansiosos;
*Ameniza o stress e em muitos casos pessoas depressivas reagem positivamente;
*Auxilia a observar os problemas causados por bloqueios emocionais etc.;

Em animais:

* Acalma e auxilia a diminuir a agressividade e ansiedade;
*Muitas vezes pode curar ou aliviar dores provenientes de doenças físicas;
* Os animais geralmente respondem ao Reiki mais rapidamente que os humanos;

Em plantas

* As folhas ficam mais verdes;
*Crescem mais rapidamente;
* Florescem ou os frutos aparecem mais rapidamente;
* Em alguns casos são curadas de fungos ou outras pragas;

  Para aqueles que estão iniciando sua jornada nesta profissão sugiro trabalhar em paralelo a meditação, ela nos equilibra e abre nossos canais para compreender e observar os seres!
  Continuarei compartilhando com vocês minha nova jornada com muita alegria, e para os reikianos de plantão que quiserem compartilhar suas experiências, sintam-se acolhidos neste espaço de carinho!

Bjos a todos!

NAMASTÊ!

Imagem: Google Imagens